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Passado e presente do Rio de Janeiro na exposição do Museu da Justiça



O Museu da Justiça promove até o dia 10 de maio a exposição “Rio de João – a Cidade e seu Cronista” – composta de ensaio fotográfico em dois tempos. A mostra faz um paralelo das transformações acontecidas ao longo dos anos na cidade do Rio de Janeiro.


Para efeito da comparação, utiliza fotos atuais de autoria de Flávio Porto tiradas sob o ponto de vista semelhante ao que foi utilizado por fotógrafos em variadas épocas, entre outros, Augusto Malta e Marc Ferrez. Na composição da mostra foram reunidos também fragmentos de texto de João Paulo Emílio Cristóvão dos Santos Coelho Barreto, jornalista e cronista da alma carioca, e que ficou conhecido pelo pseudônimo de João do Rio.


João do Rio é autor de uma obra singular, escritor das ruas, cronista da alma carioca, observador minucioso do cotidiano e dos tipos urbanos nos múltiplos ambientes do Rio de Janeiro. São várias as formas se descrever João do Rio, que fez da sua escrita fonte inestimável para a reflexão histórica e cultural sobre os primórdios da modernidade carioca, marcada pela drástica reforma urbanística do início do século XX.


No momento em que o Rio de Janeiro passa novamente por profundas transformações, revisitar a cidade registrada por João do Rio, comparando-a com sua fisionomia atual, é um exercício importante para entender o passado, o presente e o futuro. Esta é a proposta da exposição “Rio de João – a Cidade e seu Cronista. Ensaio fotográfico em dois tempos”, uma homenagem ao Rio de Janeiro e seu mais ilustre cronista.


Acervo


Além de fotógrafo, Flávio Porto é servidor do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, chefe do Serviço de Comunicação, Vídeo e Identidade Visual da Diretoria de Comunicação e de Difusão do Conhecimento.


O trabalho foi realizado a partir de cuidadosa pesquisa de acervos. A exposição apresenta imagens fotográficas das ruas e arquitetura da cidade do Rio, no fim do século XIX e início do XX, em plena Belle Époque. Os registros atuais dos mesmos lugares foram feitos exclusivamente para a exposição pelo fotógrafo Flavio Porto.


Com isso, é estabelecido um diálogo entre o início dos dois séculos – XX e XXI –, ambos testemunhando profundas transformações não só na paisagem, mas no modo de vida dos cariocas.


Fragmentos das crônicas de João do Rio – que, em 2015, em meio às comemorações dos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro, teve boa parte de sua obra reeditada pela Fundação Biblioteca Nacional - são legendas perfeitas para as imagens antigas e atuais. Algumas delas serão impressas e outras, projetadas. As fotografias das ruas de ambas as épocas são legendadas pelas respectivas identificações, além de fragmentos das crônicas de João do Rio.


Serviço:


Exposição “Rio de João – a Cidade e seu Cronista”

Museu da Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Rua Dom Manuel 29

Sala de Memória Iconográfica

2ª a 6ª - das 10h às 18h

Sábados - das 13h às 17h

19/4 a 10/5

Informações: 3133-3764|3766

Fonte: Museu da Justiça

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